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Pop Art

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Pop art (ou Arte pop) é um movimento artístico surgido na década de 50 na Inglaterra mas que alcançou sua maturidade na década de 60 em Nova York. O nome desta escola estético-artística coube ao crítico britânico Lawrence Alloway (1926 – 1990) sendo uma das primeiras, e mais famosas imagens relacionadas ao estilo – que de alguma maneira se tornou paradigma deste – ,a colagem de Richard Hamilton (1922 – 2011): O que Exatamente Torna os Lares de Hoje Tão Diferentes, Tão Atraentes?, de 1956. A Pop art propunha que se admitisse a crise da arte que assolava o século XX desta maneira pretendia demonstrar com suas obras a massificação da cultura popular capitalista. Procurava a estética das massas, tentando achar a definição do que seria acultura pop, aproximando-se do que costuma chamar de kitsch.
Diz-se que a Pop art é o marco de passagem da modernidade para a pós-modernidade na cultura ocidental.
Max Horkheimer (à esquerda) eTheodor W. Adorno (1955)
Theodor W. Adorno e Max Horkheimer, nos anos 40, cunharam o termo Indústria cultural. O conceito analisa a produção e a função da cultura no capitalismo e relaciona cultura como mercadoria para satisfazer a utilidade do público.
A defesa do popular traduz uma atitude artística adversa ao hermetismo da arte moderna. Nesse sentido, esse movimento se coloca na cena artística como uma das mãos que não se movia. Com o objetivo da crítica Tônica ao bombardeamento da sociedade capitalista pelos objetos de consumo da época, ela operava com signos estéticos de cores inusitadas massificados pela publicidade e pelo consumo, usando como materiais principais: gesso, tinta acrílica, poliéster, látex, produtos com cores intensas, fluorescentes, brilhantes e vibrantes, reproduzindo objetos do cotidiano em tamanho consideravelmente grande, como de uma escala de cinquenta para um,objeto pequeno , e depois ao tamanho normal.
Basicamente, Pop Art era um estilo cuja a mesma imagem era utilizada 4 vezes na mesma moldura, porém eram pintadas com tonalidades de cor diferentes.
Alguns exemplos de Pop Art:

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Pop_art
Aluno: Lucas Squinelo Rodrigues

Arte Rupestre

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Arte Rupestre é o mais antigo tipo de arte da história. Também é conhecida como gravura ou pintura rupestre. Esse tipo de arte teve início no período Paleolítico Superior. A arte rupestre é encontrada em todos os continentes.

O estudo da arte rupestre favoreceu o conhecimento de pesquisadores em relação aos hábitos dos povos da antiguidade e a sua cultura. As matérias primas utilizadas para a expressão artística dos povos da antiguidade eram: pedras, ossos e sangue de animais. O sangue, assim como o extrato de folhas de árvores era utilizado para tingir. Silhuetas de mão e pés, portanto, devem ser as mais primitivas expressões artísticas.

As principais obras eram desenhos e pinturas, tendo como tela as paredes e tetos de cavernas. Eram representados, principalmente, animais selvagens, linhas, círculos e espirais. Seres humanos eram mais representados em situações de caça. Ossos, pedras e madeiras eram utilizados em esculturas.
A idéia de que a arte rupestre é obra dos homens pré-históricos foi aceita por especialistas apenas em 1902. Na América, além da arte rupestre pré-histórica, é encontrada a arte chamada de pré-colombiana, fruto do trabalho de astecas, maias e incas. São esculturas, pinturas, e grandes templos construídos com pedras.

No território brasileiro existem vários sítios de arte rupestre pré-histórica. Existem pesquisadores que defendem a tese de que a arte rupestre, no Brasil, não seria obra dos índios, e sim de gregos, vikings ou fenícios que teriam passado por aqui. O maior sítio brasileiro de arte rupestre fica no estado do Piauí, precisamente na Serra da Capivara.

No Brasil, os desenhos de diferentes épocas sugerem rituais, cenas de sexo, animais, cenas de luta ou mesmo representações geométricas. Estudos têm apontado a possibilidade de alguns desenhos representarem algumas noções de astronomia.

A arte rupestre brasileira, diferente do que ocorre em outros países, não é preservada devidamente. Apesar de tratar-se de um patrimônio histórico (ou pré-histórico) o descuido, queimadas, a ação de empresas de mineração, e as depredações típicas de turistas (como carregar lembranças) e dos pichadores (vândalos), é uma ameaça a esse patrimônio de valor inestimável.

Aqui estão umas das mais famosas artes rupestres:
Cueva de las Manos é uma caverna localizada na província de Santa Cruz, Argentina. A caverna situa-se no vale do rio Pinturas, na Patagónia. É famosa pelas pinturas de mãos feitas por indígenas locais (provavelmente os antepassados dos Tehuelche) há 9000 anos. A Cova das Mãos é Património Mundial da UNESCO desde 1999


Aluno: Julia Oliveira

Arte e Reciclagem

A arte é uma importante estratégia educativa que procura, através das tendências individuais, chamarem a atenção para os problemas sociais e conscientizar pessoas.

A arte e a reciclagem não são diferentes, por meio de materiais recicláveis é possível criar novas formas, funções e até transformá-las em verdadeiras esculturas.

Aqui está algum exemplo de artistas talentosos, que são capazes de transformar lixo -cabide, pneus, bijuterias quebradas, botões e até mesmo botijões de gás- em verdadeiras obras de arte:

Sayaka Kajita.

A artista japonesa Sayaka Kajita cria figuras dinâmicas e cheias de poesia usando peças de plástico descartáveis como colheres e copos. O mais impressionante é a sensação de movimento que temos observando suas esculturas, bem como suas formas, que ficam no limiar entre o orgânico e o artificial.




ANN P. SMITH

A americana ANN P. Smith dedica-se ao uso de peças de eletrodomésticos e eletrônicos descartados. Ela desmonta cada uma das máquinas, e reutiliza para criar suas esculturas-robôs, em forma de animais. Além de criar as peças, Ann ainda grava pequenos clipes de stop-motion com os robôs, em uma alusão ao ciclo natural de todos os materiais na terra.



HAROSHI

O artista japonês Haroshi empilha antigos skates para criar esculturas tridimensionais impressionantes, nas quais é possível notar as camadas coloridas sobressaindo-se. Às vezes, ele altera a forma que empilha as pranchas, criando novos padrões coloridos.




JAIME PRADES

O artista brasileiro James Prades, cria árvores, construídas a partir de pedaços de madeira recolhidos nas ruas, evocam a memória e o renascimento. A árvore, que virou móvel, que virou lixo, que virou árvore…



WIM DELVOYE

O belga Wim Delvoye trabalha com uma ideia inusita: esculpir pneus usados, criando figuras belas e inesperadas. Ele esculpe a mão os delicados padrões florais, tornando um objeto descartado em um novo objeto decorativo. Wim também trabalha com outros objetos reutilizados, como botijões de gás (que acabam parecendo porcelana pintada).


JANE PERKINS

A britânica Jane Perkins usa todo tipo de quinquilharia – de pedaços de bijouterias quebradas, botões, brinquedinhos de plástico, bolas de gude e grampos de cabelos velhos – para criar retratos de pessoas famosas. Ela usa esses pequenos objetos como reminiscências – as pessoas, como os retratos, são feitos de fragmentos de memória.



PAUL VILLINSKI

Paul Villinski, de Nova York, usa materiais descartados para criar figuras que evocam a liberdade. Com pares de luvas usados, cria belas asas, e com o que sobra das latinhas de cerveja, faz borboletas – segundo ele, a transformação do lixo em arte é uma forma própria de meditação.



DAVID MACH

David Mach também usa materiais inusitados em suas (gigantescas) esculturas – cabides velhos, fórforos, ou qualquer outro material usado que as outras pessoas poderiam tomar como lixo.



ERIKA IRIS SIMMONS

A norte-americana Erika Iris Simmons utiliza esse símbolo do obsoleto para construir uma interessante metáfora, de como as fitas ajudaram a imortalizar o espírito dos ícones da música.


ROBERT BRADFORD

É interessante notar que Robert Bradford usa pequenos brinquedos velhos ou quebrados de seu filho para criar suas obras, explicando no que mais gosta no trabalho é notar cada pequena parte que constitui o todo tem uma história, um passado.


Fonte:http://falacultura.com/10-arte-lixo/
Aluno: Naôe Espindola

Cubismo

O cubismo começou no ano de 1907, quando Pablo Picasso  terminou seu conhecidíssimo quadro As Senhoritas de Avignon, considerado o ponto de partida deste movimento. Pablo Picasso e George Braque inspiraram o cubismo e dentre os principais mestres podemos citar Fernand Leger, Juan Gris, Albert Gleizes e Jean Metzinger.


As senhoritas de Avignon

O cubismo é um tipo de arte considerada mental, ou seja, desliga-se completamente da interpretação ou semelhança com a natureza, a obra tem valor em si mesma, como maneira de expressão das ideias. A desvinculação com a natureza é obtida através da decomposição da figura em seus pequenos detalhes, em planos que serão estudados em si mesmos não na visão total do volume. Desta forma, um objeto pode ser observado de diferentes pontos de vista, rompendo com a perspectiva convencional e com a linha de contorno
O cubismo é dividido em duas grandes partes:
  1. Cubismo Analítico: caracterizado pela decomposição das figuras e formas em diversas partes geométricas, é o cubismo em sua forma mais pura e de mais difícil interpretação.
  2. Cubismo Sintético: é a livre reconstituição da imagem do objeto decomposto, assim, este objeto não é desmontado em várias partes, mas sua fisionomia essencial é resumida. Algo muito importante nesta etapa é a introdução da técnica de colagem, que introduz no quadro elementos da vida cotidiana (telas, papéis e objetos variados), o primeiro a praticar esta técnica foi Braque.
. As formas observadas na natureza são retratadas de forma simplificada, em cilindros, cubos ou esferas. O cubismo nunca atravessou o limite da abstração, as formas foram respeitadas sempre. As naturezas mortas urbanas e os retratos são recorresntes nesse momento artístico.

Aluno: Ana Vitória Assunção

Vida e Obra De Moacyr Scliar

Natural de Porto Alegre, Moacyr Jaime Scliar é filho de José e Sara Scliar. Criado em um bairro de maioria judaíca, o Bom Fim, o escritor foi alfabetizado em casa pela mãe e entrou na escola em 1943. A ligação com a literatura veio desde cedo, o seu nome, inclusive, foi escolhido pela mãe depois da leitura do clássico “Iracema”, de José de Alencar.
Moacyr Scliar, escritor gaúcho
Formou-se em medicina em 1962 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, era especialista em saúde pública. O primeiro livro foi publicado no mesmo ano, “Histórias de um Médico em Formação”, uma obra que reunia contos sobre a vida de estudante. O autor, no entanto, considera “O Carnaval dos Animais” o primeiro livro de sua carreira, lançado em 1968. Casou-se com Judith Vivien Oliven, da união nasceu Roberto em 1979.
Scliar atuou como médico e professor universitário. Na literatura, escreveu contos, crônicas, romances, ensaios e até livros para o público infanto-juvenil. Moacyr colocava a vida pessoal nos textos. Filho de imigrantes, costumava escrever histórias sobre o assunto, assim como retratava a classe média. O socialismo, a medicina e os imigrantes judaícos no Brasil são temas frequentes na literatura do autor, que escreveu também para o jornal “Zero Hora” e para “Folha de S. Paulo”.
Moacyr Scliar chegou a ter obras adaptadas para o cinema. “Um sonho no caroço do abacate” virou “Caminhos dos Sonhos” na versão cinematográfica de 1998, a direção foi de Lucas Amberg. “Sonhos Tropicais” ganhou versão em 2002, a direção foi de André Sturm. Além de ter seus textos adaptados ainda para o teatro, para o rádio e para a televisão.
Uma polêmica envolveu o nome do autor no lançamento de “A Vida de Pi”, de Yann Martel, o escritor canadense foi acusado de plagiar “Max e os Felinos”, do autor gaúcho. Scliar chegou a comentar o caso, mas não cogitou processar o canadense. “A Vida de Pi” virou filme e foi premiado no Oscar.
Scliar foi eleito para a cadeira nº 31 da Academia Brasileira de Letras em 2003. Além disso, recebeu importantes prêmios literários, como o Jabuti em 1988, 1993, 2000 e 2009.

 Principais obras:

1 - Um Sonho no Caroço de Abacate: Mardo, um judeu, e Carlos, um negro, discriminados, lutam para ficar amigos e serem aceitos no colégio e nas respectivas famílias. A mãe de Mardo, judia, ao imigrar para o Brasil, deixa na Rússia um sonho de infância - o de comer abacate. Fruta cara, inacessível, o abacate representa o sonho improvável de liberdade, felicidade, conquista e esperança...

2 - O Exército de Um Homem Só: A saga de Birobidjan, o solitário pregador de um mundo melhor, seu louco humanismo, quixotesco, seus sonhos mágicos, fazem deste livro uma leitura emocionante e inesquecível

3 - Os Voluntários: Uma noite, um velho e desconjuntado rebocador sai de um cais em Porto Alegre. Sua tripulação: quatro homens, uma mulher e um moribundo. Destino: o porto de Haifa. Objetivo da viagem: permitir que o moribundo veja a cidade de Jerusalém antes de morrer.


Aluno: Gabriel Manzano

Arquitetura

A arquitetura significa construção, e refere-se à arte ou a técnica de projetar uma edificação ou um ambiente de uma construção. A arquitetura é a arte de projetar espaços organizados e criativos para abrigar os diferentes tipos de atividades humanas.

A arquitetura  é a disposição das partes ou dos elementos que compõem os edifícios ou os espaços urbanos em geral.

A arquitetura é o conjunto dos princípios, normas, técnicas e materiais utilizados pelo arquiteto, para criar um espaço arquitetônico. O arquiteto é o profissional legalmente habilitado para o exercício da arquitetura.

Arquitetura é o conjunto das obras realizadas em cada país ou continente, criadas em diversas civilizações e em diversas épocas.

Quais são quais os tipos de Arquitetura:

Arquitetura de interiores:
  Organizar o espaço interno, definindo os materiais de acabamento e a distribuição de móveis, considerando a acústica, a ventilação, a iluminação e a estética.

Arquitetura industrial:
 Planejar projetos para instalação de indústrias, respeitando as normas e os padrões de técnicos e de segurança exigidos de acordo com a área de atuação do cliente.

Arquitetura verde:
Desenvolver projetos residenciais e comerciais que respeitem o meio ambiente e que se integrem com as características naturais do local, a fim de causar o menor impacto ambiental possível.

Comunicação visual:
Criar a identidade visual de empresas e produtos, com logotipos e material impresso ou digital.

Paisagismo e ambiente:
Desenvolver espaços abertos, como jardins, parques e praças, combinando plantas, pedras, madeiras, calçamento e iluminação

Edificação e construção
Projetar, acompanhar e coordenar obras, definindo materiais e controlando prazos e custos.

Luminotécnica:
Fazer o projeto de iluminação de grandes e pequenos espaços. Realizar a iluminação de eventos.

Restauro de edifícios:
Recuperar casas e prédios antigos ou deteriorados, mantendo as características originais.

Urbanismo:
Planejar uma região, cidade ou bairro, elaborando o plano diretor e o zoneamento que vão direcionar o crescimento.

Curso de arquitetura:

O curso de Arquitetura tem como principal objetivo fornecer conhecimentos para que o aluno adquira uma visão globalizada e multidisciplinar da área na qual está inserido, com o domínio das tecnologias de ponta envolvidas na conservação, na execução e no projeto de obras. Além disso, o aluno, ao longo do curso, adquire habilidades para projetar, supervisionar e executar projetos. O curso de Arquitetura mescla disciplinas da área das Ciências Exatas com as Ciências Humanas, possuindo uma grade curricular variada. Nos anos iniciais, o curso possui um forte foco na formação do aluno em arte e desenho, com disciplinas como topografia e representação gráfica estrutural. Nos anos seguintes, o curso possui matérias mais específicas do mesmo, como gestão de projetos e teoria da arquitetura. Além disso, o curso possui ainda aulas práticas, onde o aluno faz aulas em laboratórios e faz projetos em maquetes.

Grade do curso:

As disciplinas que compõem a grade curricular básica do Curso de Arquitetura são:
Planejamento Urbano. Desenho Artístico;
Desenho Técnico;
Introdução a Gestão de Projetos;
História da Arquitetura;
Análise e Gestão Ambiental;
Gestão de Projetos;
Urbanismo e Infraestrutura;
Projeto e Instalações Prediais;
Teoria das Estruturas;

Mercado de Trabalho:

O mercado de trabalho para o profissional formado no curso de Arquitetura está em expansão, principalmente devido ao aumento das construções de obras no país, em virtude da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos em 2016. Os profissionais que possuem um entendimento da sociedade e das transformações que ocorrem na mesma são os que o mercado apresenta maior carência. O aluno formado no curso de Arquitetura também pode atuar no campo da construção civil ou no setor público. As regiões Sudeste e Sul são as que apresentam as melhores oportunidades de emprego para o profissional dessa área.

Imagem:




Caricatura

Caricatura (caricare Italiano:carregar, no sentido de exagerar, aumentar algo em proporção) é um desenho de um personagem da vida real tal como políticos e artistas. Porém, a caricatura enfatiza e exagera as características da pessoa de uma forma humorística, assim como em algumas circunstâncias acentua gestos, vícios e hábitos particulares em cada indivíduo.

A caricatura é a "mãe" do expressionismo, onde o artista desvenda as impressões que a índole e a alma deixaram na face da pessoa.

A distorção e o uso de poucos traços são comuns na caricatura. Diz-se que uma boa caricatura pode ainda captar aspectos da personalidade de uma pessoa através do jogo com as formas. É comum sua utilização nas sátiras políticas; às vezes, esse termo pode ainda ser usado como sinônimo de grotesco (a imaginação do artista é priorizada em relação aos aspectos naturais) ou burlesco.

História 

Annibale Carracci foi um dos grandes expoentes da caricatura. É o pioneiro na História da Arte a utilizar-se dela, contrapondo-a à idealização.
. Pier Leone Ghezzi foi um dos primeiros a dedicar-se quase que integralmente à realização de caricaturas.
O termo "caricatura" apareceu pela primeira vez em 1646, com finalidade de nomear as séries de desenhos satíricos de Agostino Carracci.

Levando-se em conta que os críticos costumam considerar atributos importantes de uma boa caricatura a máxima expressividade com o mínimo de traços, Gianlorenzo Bernini é tido como um dos mais brilhantes caricaturistas.

É comum vermos caricaturas políticas em nossos jornais ou revistas. Entretanto, as sátiras sociais através de caricaturas já existiam principalmente a partir do século XVIII, realizadas por artistas de renome.

A agitação social da França do Século XIX foi um prato cheio para os caricaturistas do período. Destacam-se artistas como Honoré Daumier , considerado um dos melhores do gênero, cuja vítima preferida era o governo de Luís Filipe . Seus trabalhos costumavam estar presentes no diário Le Charivari e no semanário La Caricature.

Artistas como Tiepolo, Puvvis de Chavannes e até Picasso, também têm trabalhos de caricatura. Monet, por exemplo, era caricaturista no início de sua carreira. É comum ainda o uso de elementos caricaturais nas artes gráficas contemporâneas.

Nos dias atuais, são vários os caricaturistas que se destacam internacionalmente, fazendo exposições e publicando na mídia impressa. Os maiores nomes são Sebastian Kruger, Jan Opdebeeck, Mulatier entre outros.

No Brasil

A primeira caricatura publicada no Brasil foi uma charge política de autoria de Manuel de Araújo Porto-Alegre, em 1836, durante o período regencial,1 sendo lembrado como o pioneiro da caricatura brasileira. 

A caricatura servia para destacar os acontecimentos em que se denunciava a corrupção na politica, até os dias atuais é usado pelos jornais como sátira de acontecimentos na politica.

Raul Pederneiras (Raul), Calixto Cordeiro (K. Lixto) e J. Carlos são nomes que surgem dentre os primeiros artistas exclusivamente caricaturistas. Destacam-se também Nair de Tefé, a primeira mulher caricaturista do mundo, Henrique Fleiuss, Max Yantok, Millôr Fernandes, Lan, Chico Caruso, Cássio Loredano, Angelo Agostini, Cláudio Paiva, Angeli,Glauco Villas-Boas, Laerte, Ziraldo, Jaguar e Henfil, entre outros.
 Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Caricatura
Aluno: Isabela Maria



 

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